segunda-feira, 29 de março de 2010

Dia Histórico para a On Line

Domingo, 28 de Março de 2010 foi uma data especial.
Neste dia, ao longo da tarde alcançamos o maior faturamento de nossa história.
Sabemos que esse marco de faturamento será batido várias vezes esse ano. Mas pela primeira vez o maior faturamento não veio em dezembro.
Parabéns e obrigado a todos que são responsáveis por esses números e eles mostram que estamos certos em nossa estratégia de expansão e nas pessoas que estão nos ajudando.
Quem de nós poderia imaginar estarmos com lojas em cidades com Belo Horizonte e Rio de Janeiro ? BH ainda ia,capital de nosso estado, mas o Rio sempre foi um sonho distante. Mas não vou dizer que não sonhávamos que isso aconteceria. Muitas e muitas vezes falamos eu, Daniela e Guilherme sobre o Rio, mas era algo longe, distante. Hoje esta ai, uma linda loja em um dos melhores Shoppings do País.
Mas é isso ai, continuemos sonhando, arriscando e trabalhando, pois essa é a combinação que dá certo.....

abraços e ótima semana a todos...

segunda-feira, 15 de março de 2010

HP Store Rio de Janeiro

Amigos,

Vou postar algumas fotos da HP Store Rio de Janeiro.
Não foi fácil inaugurar não. Milhões de problemas com Infra-estrutura, tipo as 2 da manhã do dia da Inauguração ainda não tinhamos Link fucnionando. Foi tudo muito, mas muito em cima da Hora.
Além disso a Lei de Murphy estava a toda.. mas no fundo tudo deu certo !
Seguem algumas fotos...






sábado, 16 de janeiro de 2010

Um pouquinho de história, para entender o mundo e suas desgraças...

Extraido do BLOG de Miriam Leitão;

Por que o Haiti é tão pobre? A História responde

Em 1804 parecia que a história tinha afinal sorrido para a rica colonia francesa do Caribe. Uma revolução dos escravos levou-os a conquistar o poder e instalar uma república negra das Américas, a segunda república independente das Américas, depois dos Estados Unidos.

Até então ela havia sido explorada radicalmente pela França. Era tão produtiva que era chamada "a jóia das Antilhas". No sistema escravocrata, numa terra altamente produtiva, a França extraiu tudo do que podia da colôni. Lá se produzia café, cacau, tabaco, algodão, indigo entre outros produtos que eram refinados na França e reexportado para o resto da Europa. O cálculo é que a França retirava de lá 50% do seu PIB da época.

A independência parecia ser um brilhante recomeço. Não foi. O mundo inteiro decretou boicote à nova república. As potências coloniais achavam subversivo aquele modelo. Os Estados Unidos que já eram uma ex-colonia independente eram um país escravocrata. O Haiti assustava a todos. Sob boicote do mundo, o país entrou em dificuldades extremas. Não podia exportar nem importar. A França passou a cobrar do Haiti uma suposta divida para indenizar os ex-donos de terras, ex-donos de escravos. A contenda com a França só acabou quando em 1838 o governo haitiano aceitou pagar 150 milhões de francos. Durante 80 anos essa divida, que foi paga incontáveis vezes através de juros intermináveis, drenou a economia haitiana. A dívida só foi considerada paga em 1922.

Mas aí o país já estava sob jugo de outro opressor: os Estados Unidos ocuparam militarmente o país em 1915 e lá ficaram até 1938. Mesmo após o fim da ocupação física, os Estados Unidos apoiaram as escolhas trágicas dos haitianos como o poder à dinastia dos Duvalier, o Papa Doc e Baby Doc que desde os anos 60, por décadas, dominaram a população pelo terror através da mais violenta das polícias políticas de que se tem notícia nas Américas Tonton Macoute.

Para completar a explicação da pobreza, os indicadores educacionais são os piores. Todos esses governantes ou líderes, sejam eles de opressores estrangeiros ou opressores locais, jamais fizeram qualquer esforço para educar a população e retirá-la da ignorância.

A democracia quando chegou lá, chegou tarde e vulnerável.

Para completar o quadro produzido por essa história, há ainda os fatores climáticos. A destruição impiedosa do meio ambiente, desde a época colonial, no país que tinha uma intensa biodiversidade, foi empobrecendo o solo, produzindo erosões, aumentando os riscos de desastres ambientais. Hoje restam apenas 2% da rica cobertura vegetal original. Furacões e terremotos fizeram o resto da tragédia haitiana.

Haverá futuro para o Haiti se os haitianos e o mundo aprenderem com essa história. É no mundo é hora de os países de boa vontade se unirem em torno do Haiti para do meio do caos atual começar a construir uma nova história.