Indústria de eletroeletrônicos ameaça deixar SP rumo ao PR
Josette Goulart e Marli Lima
A indústria de eletroeletrônicos começou a pressionar fortemente o governo paulista para que seja alterada a regra de ICMS no Estado, em uma tentativa de eliminar a vantagem competitiva que as empresas localizadas no Paraná têm hoje em relação ao produto fabricado em São Paulo. Fabricantes já usam o argumento de deixar o Estado rumo ao vizinho como forma de pressão. O assunto ainda é tratado discretamente pelas empresas, que evitam falar no assunto, e a argumentação, por enquanto, não passa de uma simples ameaça. Mas, se confirmado o movimento migratório, ele poderia começar por uma eventual mudança de planos da Flextronics de investir em uma fábrica de computadores em São Paulo, ou pela Samsung, que hoje planeja que sua produção de impressoras seja feita em Campinas. Além disso, também a Itautec ameaça seguir a Flextronics. A empresa já investiu mais de US$ 17 milhões em sua planta paulista, mas passaria a comprar os PCs que eventualmente a Flextronics produziria no Paraná para entrar na concorrência.
O grande problema das fabricantes paulistas de computadores começou quando o governo do Paraná, em meados deste ano, concedeu uma série de incentivos fiscais ao setor. O novo documento foi feito para substituir uma lei de 2001 que beneficiava o setor e foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após ser questionada pelo governo paulista. Na prática, estes benefícios fiscais se igualaram ao que a indústria de informática têm em São Paulo, mas acabaram por gerar uma distorção na venda dos produtos paranaenses a grandes redes de varejo paulistas. Coincidência ou não, somente no mês de julho duas fabricantes de computador anunciaram investimentos em fábricas no Paraná: a Digibras, empresa de informática do grupo CCE, e a Bitway, da Bahia.
A distorção acontece porque os produtos chegam em São Paulo com uma alíquota interestadual de 12% de ICMS. As varejistas se creditam com esses 12%, mas vendem para o consumidor final com a alíquota de 7%, que é a estabelecida pelo governo paulista na venda de produtos de informática, ficando com 5% para compensar com outros produtos a pagar. Isso significa dinheiro em caixa para as grandes varejistas, já que elas podem fazer facilmente a compensação com o ICMS que têm a pagar. Enquanto isso, as fabricantes paulistas vendem com uma alíquota de 7%, o que deixa zero de saldo para compensações fiscais.
O fisco paulista faz pesadas autuações nas empresas varejistas que se creditam de um ICMS que, na prática, em função dos incentivos fiscais, não foi pago no outro Estado. Existe até uma norma do governo que veda o uso destes créditos, mas mesmo assim as empresas costumam usar o benefício. Na semana passada, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) abriu um precedente importante ao derrubar a validade da norma (leia matéria ao lado). A fragilidade da norma, feita por meio de um comunicado, é que levou as fabricantes de computadores a elaborarem uma proposta alternativa, por meio da Associação Brasileira da Indústria de Eletro-Eletrônicos (Abinee) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A indústria pede que o governo paulista faça um decreto-lei que aumente a base de cálculo do ICMS para os produtos incentivados do Paraná ou de outros Estados, buscando o equilíbrio. Além de um decreto ter mais força, evitariam entrar na discussão do uso de créditos do tributo.
O secretário da Fazenda do Paraná, Heron Arzua, diz que os incentivos dados pelo Estado não são maiores do que os de São Paulo ou de Minas Gerais, por exemplo. O assessor tributário da secretaria, Aguimar Arantes, conta que, antes de ser elaborado o decreto estadual assinado em julho, foram analisados os incentivos oferecidos em São Paulo, Minas, Bahia e Rio de Janeiro. O assessor acrescentou que as empresas que estão chegando ao Paraná não levam em conta apenas os incentivos, mas também outras questões, como a localização. Ele disse que a carga tributária dos produtos feitos no Estado é de 7% para as operações internas e interestaduais como produtos de informática, automação e telecomunicação, mas explicou que para uma série de itens a alíquota pode cair para 3% caso as empresas invistam na fábrica ou em pesquisas. Com os incentivos, o Paraná não só protege os fabricantes que já estão no Estado, como a Positivo Informática, líder do varejo de computadores, mas também atrai novos investimentos. A CCE, por exemplo, investirá R$ 7,125 milhões em uma fábrica de computadores em São José dos Pinhais, segundo o governo paranaense.
Para Antonio Carlos Araújo, diretor de negócios da Bitway, empresa baiana que investirá R$ 5 milhões em sua primeira filial, no município paranaense de Piraquara, "seria leviano creditar o sucesso da Positivo somente à redução de imposto". Isto porque, segundo ele, os empresários paulistas acreditam que os incentivos podem estar por trás do grande sucesso da Positivo. Ontem, a empresa divulgou que registrou 17,7% de market share no segundo trimestre do ano no mercado brasileiro de PCs e que se mantém na liderança há onze trimestres consecutivos. Sobre a decisão da Bitway de instalar-se no Paraná, Araújo disse que a intenção é ficar mais perto de varejistas locais. "Chegamos a estudar o sul de Minas, São Paulo e Paraná. A localização privilegiada do Paraná e também os incentivos ajudaram na escolha", disse. Mas, para o executivo, mais do que incentivo é preciso ter competência. "Se todos saírem de São Paulo e forem para o Paraná, nem todos terão sucesso", afirmou.
Fonte: Valor Econômico, de 12/09/2007
Informática, Tecnologia, Tenis, Futebol, Viagens, On Line Informática,On Line Shopping, Varejoinfo etc...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Dia....brigadu !
É Dia ou BOM DIA?Como você responde as pessoas que perguntam a você “Como você está”? Como você responde as pessoas que perguntam a você “Como vão os negócios”? Você responde, “As coisas vão bem obrigado”, ou você responde, “As coisas estão ÓTIMAS, EXCELENTES, MARAVILHOSAS!”? Ninguém quer fazer negócios ou viver perto de alguém que diz “As coisas vão bem obrigado”, as pessoas querem viver perto de pessoas cheias de ENERGIA! ENTUSIASMO! CONFIANÇA! Portanto, aqui vai a sua lição de casa: A PARTIR DE AGORA, você SEMPRE vai dizer para TODO MUNDO que as coisas estão ÓTIMAS, mesmo se as coisas não estiverem tão bem assim. O fato é que as coisas nunca vão estar tão bem assim... O quanto é tão bem assim? SE A SUA MENTE ESTIVER PREPARADA, TUDO ESTÁ PREPARADO! Que todos a sua volta vejam o quanto ENTUSIASMADO e CONFIANTE você está com a vida. Não fale mais “Dia!” e “Brigado!”, mas sim “BOM DIA!!!” e “MUITO OBRIGADO!!!”. Dê ENERGIA para as pessoas, e você irá receber exatamente a mesma coisa: ENERGIA. Seja ENTUSIASMADO e você irá receber ENTUSIASMO. Se você não acredita, faça isso por um mês e veja os resultados.
extraído do site da Biz Revolution
extraído do site da Biz Revolution
segunda-feira, 30 de julho de 2007
O certo X o Fácil
Uma das coisas que mais me consomem ultimamente é quando estamos discutindo um assunto qualquer e ao identificarmos um problema e conseqüentemente discutirmos sua solução, esta, a solução, sempre é direcionada não da forma que é certa, mas sim da forma que é mais fácil: “não, assim não vai funcionar pois o fulano vai esquecer de fazer isso”...”não assim tenho que lembrar de fazer isso, da outra forma não”...”eu sei que é minha obrigação fazer isso, mas posso esquecer”...
Sei não, mas a impressão que tenho é que essas e outras atitudes é que nos impedem de crescer e desenvolver. Se sempre optarmos pelo mais fácil e não pelo mais certo, não exigimos de nós mesmos e dos outros o melhor...pensem nisso !
Abraços
Sei não, mas a impressão que tenho é que essas e outras atitudes é que nos impedem de crescer e desenvolver. Se sempre optarmos pelo mais fácil e não pelo mais certo, não exigimos de nós mesmos e dos outros o melhor...pensem nisso !
Abraços
Quem tem Dell não troca
Esse é o desabafo de um consumidor que comprou Dell ...
Prezado leitor, “Quem tem Dell não troca” , diz a chamada de uma intensa campanha multimídia veiculada nos últimos meses. Precisando adquirir um novo notebook, pensei em adquirir um da Dell, uma das poucas marcas que ainda não experimentei. Durante vários dias cliquei em banners da empresa nos sites de notícias que acesso, mas eles sempre davam “a página não pode ser exibida”. Depois percebi que aquilo devia ser um sinal dos céus para eu buscar outra alternativa. Sim, porque uma empresa de informática que não se preocupa em checar se os seus links estão há dias fora do ar já merece um voto de desconfiança prévio. O que eu não podia prever é que “o buraco era mais embaixo”. De repente, na sexta feira 6 de julho, que deve ser meu dia de sorte (ou de azar, como veremos), consegui acessar o site da Dell e fiz o meu pedido, escolhendo uma entre as opções de configurações oferecidas: nem a mais baratinha, nem a mais cara, mas assim mesmo num preço bem mais alto que o de configurações equivalentes de outras marcas.“De repente é melhor e vale a pena”, pensei num daqueles típicos raciocínios auto-justificadores de quem gastou mais do que devia, inclusive com uma taxa de entrega abusiva, de R$ 130. Um e-mail chegou, nesses termos: “Você irá receber em até 3 dias úteis um e-mail confirmando seu pedido e informando seus números de cliente e de pedido Dell. Somente com estes números você poderá acompanhar o status do on-line (sic). A Dell se reserva o direito de rever/corrigir o preço e as demais condições do negócio, comunicando a você essa retificação. Nesta hipótese, caso você não queira manter seu pedido, informe a Dell em até 5 dias úteis contados do recebimento da comunicação de retificação. O PRAZO médio de ENTREGA para produtos Dell de fabricação nacional será de 10 dias úteis, e para produtos Dell importados de 25 dias úteis, contados a partir da data de liberação/aprovação de crédito pela sua instituição financeira. (...) Nas compras com cartão de crédito, o titular do cartão deverá estar presente para a assinatura do comprovante de despesa. Nestes casos a transportadora estará agendando a entrega.”Ao receber esta mensagem eu devia ter entendido que estava tudo errado e ligado para lá na hora para cancelar. Sim, porque onde já se viu demorar 3 dias úteis para “confirmar” uma compra para a qual dei o meu cartão de crédito? A aprovação dos cartões é instantânea, sei muito bem disso porque é assim na minha livraria virtual, que não tem, de longe, o porte da Dell. E que história é essa de ter que assinar o comprovante do cartão, na entrega? Isso simplesmente não existe em compras on-line. E, afinal, como fiz a compra numa sexta feira, terei que esperar até a quarta seguinte só para saber se o pedido foi aceito e poder “acompanhar o status”?... Mas que diabos! Antes de 3 dias eu já teria recebido uma compra em casa se tivesse feito no Submarino. E essa história da Dell “rever o preço”?... Isso é até ilegal, pois uma vez uma venda fechada o vendedor não pode mudar o preço. Se eu ousasse fazer uma barbaridade dessas com um cliente da minha livraria tomaria um processo na certa. E eles acham que podem fazer isso? Agora vejamos o prazo de entrega: afinal qual é? Este e-mail só informou uma generalidade: 5 dias úteis para produtos fabricados no Brasil e 25 para importados. Sim, mas e o notebook que eu comprei, onde se encaixa? Como posso saber se ele é nacional, importado, ou mezzo a mezzo? O prazo de entrega do produto específico que eu comprei não foi informado pela Dell. De imediato mandei um e-mail para o atendimento, perguntando sobre a previsão de entrega. Na segunda feira chegou a resposta: “previsão de embarque para 31/07”. O que? 25 dias depois da compra eles ainda “prevêem” que vão “embarcar”?... Pelo visto só chegaria em agosto, um mês ou mais depois da compra. Sim, “chegaria” pois, depois dessa, liguei de imediato para eles e cancelei. Não foi fácil, aliás, pois o insistente vendedor ainda tentou de tudo para me segurar. Mas minha opção já estava feita: comprei um notebook HP na Americanas.com, com configuração até melhor, e por bem menos – e recebi em casa em 2 dias, com frete grátis!Me pergunto como pode a Dell competir no mercado com preços bem mais altos que os concorrentes, um frete absurdo e uma espera de 30 dias para um notebook de configuração comum, que deve estar no estoque? Será que esta marca é assim tão melhor a ponto de justificar tudo isso? Certamente não, me confirmaram os gurus da informática. E principalmente não sem avisar os candidatos a clientes, fazendo com que descubram a arapuca só depois da compra. Talvez o pessoal da Dell não tenha se tocado, mas o seu sistema de vendas, apenas à distância e direto do fabricante, é tipicamente marketing direto. E este tem regras muito claras, até pelo código de defesa do consumidor: a oferta deve ser totalmente explícita e a informação do frete e prazo de entrega deve constar de toda propaganda, sabiam? Só que nem no bloco em letras minúsculas, onde fazem mil ressalvas, figuram essas informações cruciais. Ou seja, nem com lente de aumento um cliente pode saber, de fato, o que está por trás do sistema Dell de vendas. Assim, com certeza, muita gente que tentou comprar Dell, trocou, como eu. Abraço,
Silvio Lefèvre
Prezado leitor, “Quem tem Dell não troca” , diz a chamada de uma intensa campanha multimídia veiculada nos últimos meses. Precisando adquirir um novo notebook, pensei em adquirir um da Dell, uma das poucas marcas que ainda não experimentei. Durante vários dias cliquei em banners da empresa nos sites de notícias que acesso, mas eles sempre davam “a página não pode ser exibida”. Depois percebi que aquilo devia ser um sinal dos céus para eu buscar outra alternativa. Sim, porque uma empresa de informática que não se preocupa em checar se os seus links estão há dias fora do ar já merece um voto de desconfiança prévio. O que eu não podia prever é que “o buraco era mais embaixo”. De repente, na sexta feira 6 de julho, que deve ser meu dia de sorte (ou de azar, como veremos), consegui acessar o site da Dell e fiz o meu pedido, escolhendo uma entre as opções de configurações oferecidas: nem a mais baratinha, nem a mais cara, mas assim mesmo num preço bem mais alto que o de configurações equivalentes de outras marcas.“De repente é melhor e vale a pena”, pensei num daqueles típicos raciocínios auto-justificadores de quem gastou mais do que devia, inclusive com uma taxa de entrega abusiva, de R$ 130. Um e-mail chegou, nesses termos: “Você irá receber em até 3 dias úteis um e-mail confirmando seu pedido e informando seus números de cliente e de pedido Dell. Somente com estes números você poderá acompanhar o status do on-line (sic). A Dell se reserva o direito de rever/corrigir o preço e as demais condições do negócio, comunicando a você essa retificação. Nesta hipótese, caso você não queira manter seu pedido, informe a Dell em até 5 dias úteis contados do recebimento da comunicação de retificação. O PRAZO médio de ENTREGA para produtos Dell de fabricação nacional será de 10 dias úteis, e para produtos Dell importados de 25 dias úteis, contados a partir da data de liberação/aprovação de crédito pela sua instituição financeira. (...) Nas compras com cartão de crédito, o titular do cartão deverá estar presente para a assinatura do comprovante de despesa. Nestes casos a transportadora estará agendando a entrega.”Ao receber esta mensagem eu devia ter entendido que estava tudo errado e ligado para lá na hora para cancelar. Sim, porque onde já se viu demorar 3 dias úteis para “confirmar” uma compra para a qual dei o meu cartão de crédito? A aprovação dos cartões é instantânea, sei muito bem disso porque é assim na minha livraria virtual, que não tem, de longe, o porte da Dell. E que história é essa de ter que assinar o comprovante do cartão, na entrega? Isso simplesmente não existe em compras on-line. E, afinal, como fiz a compra numa sexta feira, terei que esperar até a quarta seguinte só para saber se o pedido foi aceito e poder “acompanhar o status”?... Mas que diabos! Antes de 3 dias eu já teria recebido uma compra em casa se tivesse feito no Submarino. E essa história da Dell “rever o preço”?... Isso é até ilegal, pois uma vez uma venda fechada o vendedor não pode mudar o preço. Se eu ousasse fazer uma barbaridade dessas com um cliente da minha livraria tomaria um processo na certa. E eles acham que podem fazer isso? Agora vejamos o prazo de entrega: afinal qual é? Este e-mail só informou uma generalidade: 5 dias úteis para produtos fabricados no Brasil e 25 para importados. Sim, mas e o notebook que eu comprei, onde se encaixa? Como posso saber se ele é nacional, importado, ou mezzo a mezzo? O prazo de entrega do produto específico que eu comprei não foi informado pela Dell. De imediato mandei um e-mail para o atendimento, perguntando sobre a previsão de entrega. Na segunda feira chegou a resposta: “previsão de embarque para 31/07”. O que? 25 dias depois da compra eles ainda “prevêem” que vão “embarcar”?... Pelo visto só chegaria em agosto, um mês ou mais depois da compra. Sim, “chegaria” pois, depois dessa, liguei de imediato para eles e cancelei. Não foi fácil, aliás, pois o insistente vendedor ainda tentou de tudo para me segurar. Mas minha opção já estava feita: comprei um notebook HP na Americanas.com, com configuração até melhor, e por bem menos – e recebi em casa em 2 dias, com frete grátis!Me pergunto como pode a Dell competir no mercado com preços bem mais altos que os concorrentes, um frete absurdo e uma espera de 30 dias para um notebook de configuração comum, que deve estar no estoque? Será que esta marca é assim tão melhor a ponto de justificar tudo isso? Certamente não, me confirmaram os gurus da informática. E principalmente não sem avisar os candidatos a clientes, fazendo com que descubram a arapuca só depois da compra. Talvez o pessoal da Dell não tenha se tocado, mas o seu sistema de vendas, apenas à distância e direto do fabricante, é tipicamente marketing direto. E este tem regras muito claras, até pelo código de defesa do consumidor: a oferta deve ser totalmente explícita e a informação do frete e prazo de entrega deve constar de toda propaganda, sabiam? Só que nem no bloco em letras minúsculas, onde fazem mil ressalvas, figuram essas informações cruciais. Ou seja, nem com lente de aumento um cliente pode saber, de fato, o que está por trás do sistema Dell de vendas. Assim, com certeza, muita gente que tentou comprar Dell, trocou, como eu. Abraço,
Silvio Lefèvre
terça-feira, 3 de julho de 2007
MP3, MP4 e MP5
Pessoal,
Vou detalhar de uma maneira bem simplória a diferença entre MP3, MP4 e MP5.
Vejamos;
MP3 - apenas audio e dados ( função de pen drive ) ;
MP4 - Todas as funcionalidades do MP3 e mais a capacidade de reproduzir vídeo;
MP5 - o mp5 é basicamente a mesma coisa do MP4, porém tem uma camera embutida, permitindo tirar fotos e fazer vídeos;
Abraços
Vou detalhar de uma maneira bem simplória a diferença entre MP3, MP4 e MP5.
Vejamos;
MP3 - apenas audio e dados ( função de pen drive ) ;
MP4 - Todas as funcionalidades do MP3 e mais a capacidade de reproduzir vídeo;
MP5 - o mp5 é basicamente a mesma coisa do MP4, porém tem uma camera embutida, permitindo tirar fotos e fazer vídeos;
Abraços
Assinar:
Postagens (Atom)